agent-graph-flow
CLI open-source (agf, v0.20) que transforma pedidos em grafos de execução persistentes e roda um ciclo autônomo SHAPE → BUILD → SHIP com guardrails inegociáveis: WIP=1, TDD, Definition of Done, Provenance. Precisão de skills via ACO (Ant Colony Optimization). Local-first, sem Docker.
Este projeto começou como mcp-graph (documentado nos posts de origem do blog) e foi reescrito e renomeado para agent-graph-flow (
agf). A metodologia central mudou de um mesh de MCPs coordenados para ACO (Ant Colony Optimization) aplicado a precisão de skills, e o versionamento foi reiniciado (a v7.0 do mcp-graph não corresponde à v0.20 atual — são bases de código diferentes).
O problema
Agentes de IA para código são poderosos, mas a forma como a maioria dos desenvolvedores os usa — o chamado vibe coding — gera problemas concretos:
- Cada sessão começa do zero. O agente não lembra o que fez ontem. Você gasta tokens re-explicando contexto, re-lendo arquivos, re-descrevendo a arquitetura.
- Pedidos viram tarefas soltas. Sem dependências, sem prioridades calculadas, sem rastreabilidade.
- CLIs de agente erram de dois jeitos: a skill errada é escolhida para o intent certo, ou a skill certa é seguida de forma imprecisa — e documentação melhor não resolve isso sozinha, porque não se auto-corrige quando o comportamento muda.
- Nenhuma disciplina é enforced. O agente gera código sem testes, sem tipagem, sem seguir patterns do projeto.
A solução
O agent-graph-flow (agf) é uma CLI local-first em TypeScript — sem Docker, sem infra externa — que transforma o que você pede em um grafo de execução persistente, e roda um ciclo autônomo SHAPE → BUILD → SHIP com guardrails inegociáveis: WIP=1 (Little’s Law), TDD, Definition of Done, e Provenance (nenhuma claim de qualidade sem evidência concreta).
ACO — precisão como metodologia central
O agf adota conceitos de Ant Colony Optimization (formigas reforçando caminhos de sucesso e abandonando os ruins) para routing e precisão de skills: comandos que funcionam bem para um tipo de tarefa ganham prioridade ao longo do tempo, os que falham perdem prioridade, e um painel de saúde agrega essas métricas para saber quando o sistema como um todo está se degradando.
Provenance (integridade epistêmica): toda claim sobre qualidade do código exige evidência concreta antes de ser aceita como verdadeira — sem evidência não conta, com teste passando conta, com verificação determinística conta mais ainda.
Números verificados (v0.20)
| Métrica | Valor |
|---|---|
| Versão | 0.20 |
| Suíte de testes completa | 16.681 testes |
| Binários standalone | macOS (arm64), Linux (x64), Windows (x64) |
| TypeScript | strict mode |
| Licença | AGPL v3 |
Tecnologias utilizadas
- TypeScript / Bun (strict mode)
- SQLite (armazenamento local do grafo)
- Vitest (gates hierárquicos de teste — do arquivo isolado até a suíte completa antes de cada push)
Licença
AGPL v3 (uso comercial sob licença separada via COMMERCIAL.md)